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Maiores campeões da Copa América

Thiago Beato
Atualizado: 17/07/2024, 10:17:26
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Copa America
Maiores campeões da Copa América
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Definitivamente o futebol na América do Sul e no continente é um dos mais fortes no planeta. Algumas seleções nacionais se destacam a tal ponto que são os maiores campeões da Copa América, uma das competições continentais mais tradicionais e disputadas ao longo das últimas décadas, que atrai a atenção de quem usa sites de apostas

Com uma rica história e uma paixão fervorosa pelo futebol, a América do Sul é um verdadeiro epicentro do esporte mais popular do planeta.

Entre as competições que ecoam a intensidade e a rivalidade dessa região, a Copa América se destaca como uma das mais veneradas e disputadas. 

Grandes seleções da Copa América, ao longo dos anos, têm demonstrado seu talento e conquistado inúmeros títulos, consolidando-se como potências do futebol sul-americano e mundial.

Fundada em 1916, a Copa América é a competição de seleções nacionais mais antiga do mundo. Ao longo de mais de um século, tem sido palco de batalhas épicas e momentos inesquecíveis, protagonizados por algumas das maiores seleções do futebol sul-americano e mundial. 

Dentre essas, destacam-se principalmente Argentina, Uruguai e Brasil, que são os maiores campeões do torneio.

Quem foi o primeiro campeão da Copa América?

Dentre os principais vencedores da Copa América, Argentina e Uruguai são seleções que se destacam, sendo a celeste uruguaia a primeira campeã da competição, em 1916. Foi nesse ano que foi realizada a primeira edição da Conmebol Copa América, mas na época chamada de Campeonato Sul-Americano. 

Nesta primeira edição participaram do torneio quatro seleções sul-americanas: Argentina, Uruguai, Chile e Brasil. O torneio foi disputado na Argentina e vencido pelo Uruguai, o primeiro campeão do que viria a ser a atual Copa América.

O chamado Campeonato Sul-Americano de Futebol foi disputado entre os dias 02 e 17 de julho de 1916, com as quatro seleções jogando um turno único entre si para definir a seleção campeã. 

A importância histórica desse torneio é única, já que alguns meses depois nasceria a Conmebol com essas quatro seleções participantes (Argentina, Uruguai, Chile e Brasil) como fundadores de uma das confederações de futebol mais importantes do planeta. 

Com duas vitórias e um empate, o Uruguai foi campeão após um tumultuado empate contra a seleção argentina. 

Dessa maneira, no dia 09 de julho de 1916 nasceu a Conmebol, na mesma data do aniversário de independência da Argentina.

Vale ressaltar que os outros países do continente foram inseridos no quadro associativo da entidade nos anos posteriores até a completa adesão de todos, em 1952. Apenas em 1917 a competição passou a ser denominada como Copa América.

Seleções com mais finais de Copa América

Dentre as seleções que mais estiveram na final da Copa América, Argentina, Uruguai e Brasil estão entre as com mais participações em finais e títulos do torneio. Essa informação é importante na hora de escolher os melhores palpites para a Copa América.

De acordo com levantamento feito pela própria Conmebol, desde 1916 a Argentina alcançou 29 finais de Copa América, seguida pelo Uruguai com 21 finais alcançadas e a seleção brasileira na sequência, também com 21 finais alcançadas contando com a última final disputada contra a Argentina em 2021, quando foi derrotada no Maracanã.  

Curiosamente, Argentina e Uruguai também definiram as duas primeiras edições de Copa América, em 1916 e 1917, sendo que a Celeste Uruguaia ganhou as duas edições. Além disso, as duas seleções são também as maiores campeãs da Copa América. 

As duas seleções também são os maiores campeões da Copa América, sendo a Argentina atual campeã da edição de 2024, disputada nos EUA e com os hermanos vencendo na grande decisão a seleção colombiana.

Formato da Copa América

A Copa América de 2024 promete ser um evento espetacular, trazendo uma nova dinâmica e emoção ao mundo do futebol. Com os Estados Unidos como país anfitrião pela segunda vez na história, este torneio não apenas marca uma expansão para 16 equipes, mas também apresenta um formato de competição renovado que manterá os fãs à beira de seus assentos.

Com as 16 seleções participantes divididas em quatro grupos de quatro equipes cada, a fase de grupos promete ser intensa e altamente competitiva.

Cada seleção terá que lutar arduamente para garantir sua posição entre os dois primeiros colocados em seus respectivos grupos, assegurando assim um lugar nas quartas de final.

A mudança mais significativa neste formato é a eliminação da possibilidade de as duas melhores equipes terceiras colocadas avançarem para a fase eliminatória. Isso significa que não há margem para erro; apenas os dois melhores de cada grupo poderão continuar sua jornada rumo ao título. 

A alocação dos grupos se torna, portanto, um fator crucial, e as equipes terão que estar atentas desde o início para enfrentar seus adversários da melhor forma possível, sendo algumas dessas seleções os principais vencedores da Copa América. 

Em 2016, a Copa América foi disputada por 16 equipes, divididas em quatro grupos de quatro. Esta configuração se revelou uma montanha-russa de emoções para muitos times, especialmente para o Brasil. O país foi surpreendido pela feroz competição, terminando em terceiro lugar no grupo B, atrás de Peru e Equador. 

Uma posição que, em outras circunstâncias, poderia ter sido suficiente para avançar, caso os melhores terceiros colocados fossem considerados para a fase eliminatória.

No entanto, as regras da época não permitiam essa brecha, e o Brasil foi eliminado precocemente, deixando seus torcedores desapontados.

A mudança de formato para a Copa América 2024 representa uma ruptura com o modelo mais recente. De 1993 a 2019, a competição manteve-se estável, composta por três grupos de quatro equipes cada, totalizando 12 seleções participantes. 

As duas melhores equipes de cada grupo, juntamente com as duas melhores terceiras colocadas, avançavam para as quartas de final, proporcionando uma margem de segurança para algumas equipes.

Entretanto, a Copa América de 2024 adota uma abordagem mais implacável. Com apenas as duas melhores equipes de cada grupo garantindo um lugar nas quartas de final, não há espaço para erros ou deslizes.

Cada partida se torna crucial, cada gol, um momento decisivo. Essa mudança coloca um peso ainda maior na fase de grupos, onde o desempenho em cada partida é determinante para seu sucesso futuro.

A expectativa em torno da Copa América de 2024 é imensa, com as nações participantes ansiosas para mostrar seu talento e determinação em campo. Além disso, a atmosfera vibrante e apaixonada dos estádios nos Estados Unidos certamente adiciona um elemento extra de empolgação e imprevisibilidade ao torneio.

Com um novo formato e um campo expandido, a Copa América de 2024 promete ser um espetáculo memorável para jogadores e fãs de futebol em todo o mundo. As nações estão prontas para competir pelo prestigioso título e escrever mais um capítulo emocionante na história deste torneio lendário.

Conheça os maiores campeões da Copa América

Dentre as seleções que mais estiveram na final da Copa América, as duas primeiras da lista são também as maiores campeãs do torneio. Argentina e Uruguai são os maiores campeões e principais vencedores da Copa América, com 16 conquistas da Argentina e 15 conquistas do Uruguai.

A Argentina, inclusive, deixou um gosto amargo nos brasileiros, conquistando em 2021 a edição realizada no Brasil, em uma final contra a Seleção Brasileira no Maracanã que ficou marcada na história como um dos principais jogos da Copa América.

Atual campeã na Copa América 2024 disputada nos EUA, a albiceleste é a maior campeã da Copa América seguida pelo Uruguai, com a Seleção Brasileira tendo conquistado 9 vezes a competição continental, a última em 2019. 

Já entre as seleções convidadas da Concacaf, entre elas EUA, México, Honduras, Costa Rica, Panamá, Jamaica, Haiti e os convidados de outras confederações Japão e Catar (convidado pela Conmebol) já participaram, porém também nunca conquistaram o título.

Seleções que nunca venceram a Copa América

Dentre as seleções consideradas zebras na Copa América, Equador e a Venezuela são as únicas seleções da América do Sul que nunca conquistaram a Copa América. 

Curiosamente, essas seleções também nunca chegaram a ser finalistas da Copa América, com os equatorianos tendo a sua melhor campanha um quarto lugar em 1959 no Sul-Americano extra e na edição da Copa América de 1993. 

Jogadores com mais títulos de Copa América

Dentre as grandes seleções da Copa América, alguns jogadores se destacaram a tal ponto que entraram na galeria histórica dentre os maiores vencedores da Copa América, uma honraria que poucos conseguiram conquistar ao longo de rica história de um dos torneios continentais mais prestigiados e disputados. 

O jogador mais vencedor da Copa América é o uruguaio Ángel Romano. Ele conquistou um total de seis títulos, nas edições de 1916, 1917, 1920, 1923, 1924 e 1926. Outros quatro jogadores tiveram a honra de faturar cada um quatro títulos de Copa América, conforme a lista abaixo:

  • 6 títulos:

    Ángel Romano (Uruguai) – 1916, 1917, 1920, 1923, 1924 e 1926

  • 4 títulos:

    Manuel Seoane (Argentina) – 1925, 1927, 1929 e 1937

  • Pascual Somma (Uruguai) – 1916, 1917, 1920 e 1923

  • Héctor Scarone (Uruguai) – 1917, 1923, 1924 e 1926

  • José Nasazzi (Uruguai) – 1923, 1924, 1926 e 1935

Maiores artilheiros da Copa América

Na última edição, brilhou a estrela de Lionel Messi, artilheiro da competição e campeão pela seleção argentina, uma redenção depois de um longo jejum de títulos dos hermanos. 

E dentre os maiores artilheiros da Copa América, brasileiros e argentinos estão no topo da lista. O brasileiro Zizinho e o argentino Norberto Méndez, com 17 gols cada um, são os maiores artilheiros do torneio. 

Dois jogadores históricos que marcaram época. Zizinho, além de ser o principal jogador brasileiro na época, era ídolo de ninguém menos do que o rei Pelé. Conhecido por seus dribles desconcertantes, ele venceu a Copa América em 1949, deixando o seu nome na história do torneio continental. 

Além de ser o maior artilheiro histórico da Copa América ao lado de Norberto Méndez, a referência e ligação de Zizinho com a competição é tão grande que na edição de 2019, realizada no Brasil, o lendário ex-jogador recebeu uma homenagem já que o mascote da competição se chamava Zizito. 

Na sequência aparecem Severino Varela, do Uruguai, com 15 gols marcados, mesmo número de gols de Teodoro Fernández, do Peru. Na lista aparecem também jogadores históricos como o artilheiro argentino Gabriel Batistuta, que marcou 13 gols nas edições de 1991, 1993 e 1995. Todos eles artilheiros que ficaram marcados também como os principais jogadores da Copa América.

Abaixo separamos os principais goleadores de sempre na Copa América, com os principais artilheiros de sempre das seleções sul-americanas:

  • Norberto Méndez (ARG): 17,

  • Zizinho (BRA): 17

  • Severino Varela (URU): 15

  • Teodoro Fernández (PER): 15

  • Paolo Guerrero (PER): 14

  • Gabriel Batistuta (ARG): 13

  • José M. Moreno (ARG): 13

  • Héctor Scarone (URU): 13

  • Ademir de Menezes (BRA): 13

  • Jair da Rosa Pinto (BRA): 13

  • Roberto Porta (URU): 12

  • Ángel Romano (URU): 12

Além de Zizinho, Ronaldo “Fenômeno” é outro goleador histórico da Copa América, com dez gols marcados nas edições de 1995, 1997 e 1999.

História da Copa América

A Copa América, um dos eventos esportivos mais antigos e prestigiados do mundo e com palpites diários aqui na Betsify, teve sua origem em uma época em que o futebol começava a se estabelecer como paixão e cultura nos países sul-americanos, sendo a competição mais antiga entre seleções de futebol. 

Em 1910, durante uma reunião de representantes das associações de futebol da Argentina, Chile, Uruguai e Brasil, surgiu a ideia de criar uma competição que incentivasse a prática do esporte em seus territórios.

O primeiro torneio ocorreu na Argentina, entre os dias 2 e 17 de julho de 1910, em caráter de teste. O primeiro campeão foi o Uruguai, disputando com a Argentina a final no estádio Presidente Perón.

Nessa atmosfera de entusiasmo pelo futebol, o "Campeonato Sul-Americano de Football", como foi inicialmente chamado, foi oficialmente fundado em 1916. Desde então, a Copa América tornou-se uma tradição inabalável, enraizada na história e cultura do continente.

Criada em 1910, a Copa América só foi realizada oficialmente seis anos depois, em 1916. A competição foi idealizada para comemorar o centenário da Independência da Argentina, país que elaborou um torneio continental que inicialmente contou apenas com Argentina, Chile, Uruguai e Brasil. Este torneio inaugural foi chamado de Campeonato Sudamericano de Fútbol e só posteriormente passou a ser conhecido como Copa América.

A primeira edição do Campeonato Sudamericano de Fútbol, realizada em Buenos Aires, foi um marco significativo na história do futebol sul-americano. O torneio reuniu as seleções pioneiras do continente, proporcionando um espetáculo de rivalidade e talento. 

O Uruguai se sagrou campeão desta competição inaugural, estabelecendo-se como uma potência emergente no futebol mundial, posteriormente nas décadas seguintes se tornando junto com a Argentina os maiores campeões da Copa América. 

Ao longo dos anos, a Copa América evoluiu e se expandiu, incorporando mais países sul-americanos e, ocasionalmente, seleções convidadas de outros continentes.

A mudança de nome para Copa América refletiu a ambição de unificar e celebrar a diversidade cultural e esportiva da América Latina.

A competição não só exalta a excelência esportiva, mas também incorpora uma riqueza de nuances culturais e identidades nacionais. 

Os confrontos acirrados entre as seleções sul-americanas não apenas determinam o campeão do continente, mas também servem como uma plataforma para celebrar a diversidade e a paixão que o futebol desperta em toda a América do Sul.

Até 1967, o torneio era chamado de Campeonato Sul-Americano de Futebol, sendo que só em 1975, em sua 30ª edição, passou a se chamar oficialmente Copa América. Além disso, a Conmebol também realizou mudanças no sistema de disputa ao longo das últimas décadas, além da competição ter tido uma periodicidade distinta ao longo dos anos. 

Entre os anos de 1987 e 2001, por exemplo, a Copa América foi realizada a cada dois anos, em um rodízio com os dez membros da confederação sul-americana.

Em 2018, a entidade máxima do futebol sul-americano solicitou junto a FIFA a alteração na periodicidade de disputa da Copa América. 

Com a mudança, desde 2020 a Copa América passou a ser realizada a cada quatro anos, de acordo com as datas da Eurocopa. 

O atual formato da competição permite uma competição intensa, onde as equipes são divididas em grupos na primeira fase, proporcionando uma série de jogos emocionantes e eliminatórios dentre as grandes seleções da Copa América.

O torneio continental, com sua longa história e tradição, permanece como um símbolo de união e competição, refletindo não apenas a excelência esportiva, mas também a riqueza cultural e o espírito de camaradagem que define a América do Sul.

Além disso, a Copa América desempenha um papel crucial na preparação das equipes sul-americanas para competições internacionais de grande porte, como a Copa do Mundo da FIFA 2026 que já está no horizonte, uma oportunidade para as Seleções aprimorarem habilidades, táticas e estratégias em um ambiente altamente competitivo.

Nesse contexto, a Copa América não é apenas uma competição de futebol, também é um símbolo da paixão, tradição e rivalidade que caracteriza o esporte em toda a América do Sul. Sua importância histórica transcende as fronteiras do campo de jogo, unindo nações e culturas em torno de um amor compartilhado pelo futebol.

Este ano teremos a 48ª edição da Copa América e apenas a segunda delas que contará com 16 seleções na disputa. E curiosamente, na outra oportunidade a disputa também aconteceu nos EUA. 

A Copa América esse ano será disputada nos EUA, com algumas mudanças importantes no seu formato e configuração de disputa.

Além das tradicionais dez seleções do continente sul-americano, seis seleções da Concacaf (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe) vão se juntar às dez seleções sul-americanas. 

A Seleção Brasileira estreia na competição no dia 24 de junho, contra a Costa Rica, no SoFI Stadium, em Inglewood, próximo a Los Angeles, na Califórnia.

O torneio também será uma preparação para a Copa do Mundo FIFA 2026, que será realizada de forma conjunta entre EUA, Canadá e México.

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Thiago BeatoEspecialista em Apostas Esportivas

Jornalista, apaixonado por esportes e pelo universo das apostas esportivas. Acompanha diariamente o universo esportivo mundial, as principais competições bem como os principais jogadores e atletas. Especialista em Inbound Marketing, produção de conteúdo e no mercado de iGaming.

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